ondas curtas..

Ondas Curtas

Introdução
São caracterizadas como Ondas Curtas as freqüências compreendidas entre 5730 à 26100 KHz, as Ondas Tropicais compreendidas entre 2300 à 5060 KHz, sendo que há uma divisão dessas freqüências em determinadas porções, correspondentes ao seu comprimento de onda.

Atualmente as Ondas Curtas estão distribuídas em 14 bandas de rádio difusão (cuja unidade é metro), as faixas mais utilizadas no Brasil são 60, 49, 31 e 25 metros.

Organização das Faixas
Abaixo estão relacionadas, a divisão das faixas e suas respectivas freqüências:

Ondas Tropicais
120 metros – (2300 à 2495 KHz)
90 metros – (3200 à 3400 KHz)
75 metros – (3900 à 4000 KHz)
60 metros – (4750 à 5060 KHz)

Ondas Curtas
49 metros – (5730 à 6295 KHz)
41 metros – (6890 à 7600 KHz)
31 metros – (9250 à 9990 KHz)
25 metros – (11500 à 12160 KHz)
22 metros – (13570 à 13870 KHz)
19 metros – (15030 à 15800 KHz)
16 metros – (17480 à 17900 KHz)
15 metros – (18900 à 19020 KHz)
13 metros – (21450 à 21850 KHz)
11 metros – (25670 à 26100 KHz)

amplificador-RF-OM-OL

AM Estéreo

SISTEMAS DE AM ESTÉREO

Diversos laboratórios no mundo inteiro trabalharam para o desenvolvimento de sinais de áudio em estéreo na faixa de AM de ondas médias e curtas. Os 5 principais sistemas serão descritos a seguir:

a) BELAR

Este sistema foi originalmente desenvolvido pela RCA através dos laboratórios Belar e consiste num sistema matricial.

Neste sistema o sinal L+R (Esquerdo mais direito) modula em amplitude o transmissor exatamente como na transmissão monofônica convencional, enquanto que o sinal L-R passa por um circuito especial e modula o sinal do transmissor mas em frequência.

Isso significa que o sinal transmitido passa a ter faixas laterais que são moduladas ao mesmo tempo em amplitude e em frequência (AM e FM). As faixas laterais moduladas em frequência (FM) contém a informação sobre o conteúdo estéreo do programa enquanto que a faixa lateral modulada em amplitude (AM) contém a informação do canal L+R que pode ser reproduzido de maneira normal em qualquer radio monofônico, sem modificações.

Para separar os canais temos então um bloco especial no receptor que reconhece os sinais FM do canal L-R. Por um sistema matricial é então possível combinar os sinais L=R e L+R e assim separar as componentes L e R, enviando-as para os amplificadores correspondentes.

Na figura 1 temos um diagrama de blocos que mostra como funcionaria tal receptor, ou especificamente o setor decodificador       http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/49-curiosidades/6246-tel053.pdf                 S2000_2

amplificador linear…

O amplificador operacional recebeu este nome porque foi projectado inicialmente para realizar operaçõesmatemáticas utilizando a tensão como uma analogia de uma outra quantidade. Esta é a base dos computadores analógicos onde os amp ops eram utilizados para realizar as operações matemáticas básicas (adição, subtração,integração, diferenciação, e outras). Neste sentido, um verdadeiro amplificador operacional é um elemento do circuito ideal. Os amplificadores reais utilizados, feitos de transístores, válvulas, ou outros componentes amplificadores, são aproximações deste modelo ideal.

Os amp ops foram desenvolvidos na era das válvulas termoiônicas, onde eles eram usados em computadores analógicos. Os amp op modernos são normalmente construídos em circuitos integrados, apesar de ocasionalmente serem feitos com transistores discretos, e geralmente possuem parâmetros uniformes com encapsulamentos e necessidades de alimentação padronizados, possuindo muitos usos na eletrônica.

A maioria dos amp ops simples, duplos ou quadruplos disponíveis possuem uma pinagem padronizada que permite que um tipo seja substituído por outro sem mudanças na pinagem. Um amp op específico pode ser escolhido pelo seu ganho em malha aberta, largura de banda, nível de ruído, impedância de entrada, consumo da potência, ou uma combinação de alguns destes fatores. Historicamente, o primeiro amp op integrado a tornar-se largamente disponível foi o Fairchild UA-709, no final dos anos 60, porém isto foi rapidamente modificado pela performance superior do 741, que é mais fácil de utilizar, e provavelmente o mais conhecido da eletrónica – todos os principais fabricantes produzem uma versão deste chip clássico. O 741 possui transístores bipolares, e segundo os padrões modernos possui uma performance considerada média. Projectos melhorados baseados no transístor FET surgiram no final dosanos 70, e as versões com MOSFET no início dos anos 80. Há ainda os chamados amp ops Bi-FET, que combinam transístores bipolares e MOSFETs, e que aproveitam as melhores características de ambos. Bi-FETs típicos são osCA3130 e CA3140 da RCA.

fonte:wikipédia

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interferências de ondas

Interferência é um fenômeno descrito pelo cientista inglês Thomas Young, sendo que este fenômeno representa a superposição de duas ou mais ondas num mesmo ponto. Esta superposição pode ter um caráter de aniquilação, quando as fases não são as mesmas (interferência destrutiva) ou pode ter um caráter de reforço quando as fases combinam (interferência construtiva). Exemplo: Quando escutamos música em nosso lar, percebemos que certos locais no recinto são melhores para se ouvir a música do que outros. Isto se deve pelo fato de nestes pontos as ondas que saem dos dois alto-falantes sofrem interferência construtiva. Ao contrário, os locais onde o som está ruim de ouvir é causado pela interferência destrutiva das ondas.

É muito interessante a aplicação do princípio da interferência no entendimento da Mecânica Quântica. Exemplo: Uma perturbação, tipo um golpe, numa superfície líquida geraria uma onda em todas as direções a partir do ponto de incisão. Ao deparar-se com um anteparo interferindo no caminho das ondas com duas fendas abertas, ao passarem por este, o desenho das ondas seria redefinido e, ao atingir um segundo anteparo com quatro fendas, teríamos um desenho clássico das “franjas” gerado pelas ondas. Ao fazermos uma experiência semelhante com partículas tipo elétrons ou nêutrons, seria esperado um desenho diferente, baseado na física clássica, onde ao atingirem o primeiro artefato, passariam pelas duas fendas e atingiriam o segundo artefato em duas fendas também, sem invocar o desenho clássico de franjas (ondas). No entanto, isso não ocorre. O desenho final é o mesmo das “franjas”, o que demonstra um comportamento ondular nessas partículas. O que conclui uma dualidade de propriedades: ora partícula, ora onda. Esse é a chamadadualidade onda-corpúsculo.

fonte:wikipédia

interferencias