A tecnologia Bluetooth…

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# O cartão Magnético #

A produção do cartão magnético é baseado na Norma da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – NBR 10528, no qual pode ser desenvolvido a partir do seguinte método:

Laminação – Os Cartões laminados, são normalmente fabricados em duas produções de (frente e verso) ou seja, em duas vias de plástico – PVC. Na impressão gráfica podem utilizar os processos Silk screen ou Offset. Para proteger a impressão e prevenir arranhões na superfície do cartão, é fixada duas camadas de plásticos transparente (Cristal), em ambos lados, servindo também para dar brilho ao cartão, melhor qualidade e durabilidade.

Após a impressão, as 4 placas de PVC e as duas camadas de cristal, serão fundidos em alta temperatura, juntando frente e verso. Geralmente, a quantidade de cartões por folha tem por média 25 ou 50 cartões, dependendo do processo de fabricação e de cada fornecedor. Após a impressão, os cartões serão cortados no formato padrão ABNT, conforme estabelecido em Normas. As dimensões estabelecidas em Normas são de: 86,0 x 54,0 mm, 0,76 mm de espessura. Podendo em alguns casos ser utilizados espessuras menores para reduzir custos.

Armazenamento de dados[editar | editar código-fonte]

Um cartão magnético tem a capacidade de armazenar cerca de uma centena de bytes de dados.

No verso do cartão é aplicada uma corrente elétrica para definir a tarja preta magnetizada. A partir daí, são formados pequenos bastonetes invisíveis polarizados (polo positivo e negativo) resultando em ímãs. Todos os dados do cartão são divididos em 3 faixas, no qual possuem diferentes densidades e codificações de bits conjuntos de caracteres.

No momento em que o cartão magnético é passado por uma cabeça de leitura (máquina eletrônica que descodifica os dados no computador), é alterada a frequência da corrente elétrica dos bastonetes, modificando os tamanhos de cada um, formando códigos.

As cabeças de leitura identificam os comprimentos dos ímãs, interpretando o código binário (combinação de uns e zeros). Os bastonetes maiores produzem um sinal de tensão interpretado como zero. Os menores produzem uma variação na tensão elétrica transformada em um.

A maioria das cabeças irá ler a primeira e segunda faixa simultaneamente. Algumas cabeças avançadas podem ler todas as três faixas simultaneamente.

Dessa forma é feita a leitura dos dados.

Características básicas[editar | editar código-fonte]

– Cartão mais difundido no mercado.

– Não requer baterias ou energia interna.

– Inteligência baseado em sistemas pré estabelecidos (leitores) no externo do cartão.

– Capacidade de armazenamento limitado.

– É necessário um banco de dados centralizado.

– Tecnologia simples.

– Sistema de segurança restrita.

– Baixo custo de fabricação.

Utilização[editar | editar código-fonte]

É o cartão mais utilizado no mundo, possuindo uma tecnologia simples e de baixo custo, sendo este menos aperfeiçoado que o Smart card em que possui uma tecnologia de ponta, com alta segurança, enquanto a capacidade tecnológica desenvolvida nos cartões magnéticos são vulneráveis a fraudes e qualquer tipo de falsificação, pois seu sistema de segurança é muito limitado.

Podem ser utilizado largamente no setor bancário, financeiro, eventos, clubes, comercial e industrial. Serve para o controle de acesso, identificação, crédito, débito, transações bancárias e comerciais, ingressos a clubes, espetáculos, etc.     Fonte Wikipédia

créditos de imagens GooGle

 

 

 

A frequência de corte (fc) ou frequência meia potência é a frequência abaixo da qual ou acima da qual a potência na saída de um sistema (circuito eletrônico, linha de transmissão, amplificador ou filtro eletrônico) é reduzida a metade dapotência da faixa de passagem. Em termos de tensão (ou amplitude) isto corresponde uma redução a 70,7% do valor da faixa de passagem. Como em decibeis, essa redução corresponde a uma atenuação de -3dB, a frequência de corte também é conhecida como frequência de -3dB.

Os filtros do tipo passa-altas (FPA) e passa-baixas (FPB) têm apenas uma frequência de corte.

Nos filtros passa-faixa (FPF) e rejeita-faixa (FRF) existem duas frequências de corte. Neste caso, a média geométrica das frequências de corte (inferior e superior) é a frequência central (f0) do filtro, na qual o ganho é máximo (FPF)ou mínimo (FRF).

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

A primeira Transmissão de Rádio…

A primeira transmissão de rádio realizada no Brasil ocorreu no dia 7 de setembro de 1922, durante a inauguração da Exposição do Centenário da Independência na Esplanada do Castelo. O público ouviu o pronunciamento do Presidente da República, Epitácio Pessoa, a ópera O Guarani, de Carlos Gomes, transmitida diretamente do Teatro Municipal. Desde 1922 as experiências com rádio-clubes vinham sendo realizadas; entretanto, foi somente em 1923 que Roquette Pinto inaugurou a primeira emissora de rádio, a Rádio Sociedade. No ano seguinte, foi inaugurada a Rádio Clube do Brasil. Em 1926, foi inaugurada a Rádio Mayrink Veiga, seguida da Rádio Educadora, além de outras da Bahia, Pará e Pernambuco.[1]

A década de 30 marcou o apogeu do rádio como veículo de comunicação de massa, refletindo as mudanças pelas quais o país passava. O crescimento da economia nacional atraía investimentos estrangeiros, que encontravam no Brasil um mercado promissor. A indústria elétrica e a indústria fonográfica proporcionaram um grande impulso à expansão radiofônica.[1] A Era do Rádio e a Era de Ouro dos Cassinos estão associados a alguns artistas famosos que tiveram suas carreiras impulsionadas pela divulgação no rádio, e como palco ou referências de grandes shows os famosos cassinos da primeira metade do século 20. O Rio de Janeiro desta época, Capital da República, era cheio de glamour, efervescência cultural e centro da política brasileira. O Cassino da Urca marcou uma época, e talvez tenha sido o mais famoso de todos. Grandes nomes do cenário artístico nacional e internacional lá se apresentaram. Entre os artistas nacionais que lá fizeram shows memoráveis estão Carmen Miranda, Emilinha Borba e Grande Otelo.[2]

(1938 – 1945)

Quando a Rádio Nacional foi fundada, no ano de 1936, o mundo inteiro ainda mal refeito da primeira Grande Guerra esperava pela eclosão de um novo conflito. No Brasil, Getúlio Vargas governava com aparência de alguma legalidade. Fora eleito por uma Assembléia Constituinte, por ele mesmo nomeada, em 1934. Entretanto, o golpe que viria a implantar o Estado Novo encontrava-se em gestação. O governo conseguira a pouco debelar a Intentona Comunista, liderada por Carlos Prestes. Foi neste cenário, que a Rádio Nacional foi concebida.[3] A Rádio Nacional marcou a radiofonia no Brasil. Em seus quadros, brilhavam os talentos de Iberê Gomes Grosso, Luciano Perrone, Almirante, Radamés Gnattali e Dorival Caymmi. Em 1940, a Rádio Nacional foi encampada pelo governo de Getúlio Vargas, a programação ganhou novo formato, sob a direção de Gilberto de Andrade.[1]      FONTE : Wikipédia